Fundação Rotária Portuguesa quer
estar ao serviço dos clubes
Objectivo é imprimir maior dinâmica
Dando continuidade ao conjunto de entrevistas que o “Notícias” da Fundação Rotária Portuguesa (FRP) está a fazer junto dos clubes com vista a auscultar as sensibilidades dos rotários sobre a acção da fundação ouvimos este mês o RC Vila Franca de Xira (Distrito 1960) e o RC Viseu (Distrito 1970), curiosamente ambos presididos por duas mulheres: Maria José Rosado Santos e Maria Teresa Cabral Ribeiro, respectivamente.
As matérias abordadas na conversa centraram-se nos projectos, parcerias e apoios que os clubes têm apresentado à FRP; na opinião que o clube tem em relação ao trabalho desenvolvido pela FRP e o que deve a fundação fazer para melhorar a sua relação com os clubes.
RC Vila Franca de Xira
É uma cidade do distrito de Lisboa, com cerca de 18 400 habitantes. Pertencia ainda à antiga província do Ribatejo, hoje porém sem qualquer significado político-administrativo. É sede de um município com 317,68 km² de área e 142 163 habitantes, subdividido em 11 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Alenquer e Azambuja, a leste por Benavente, a sul pelo estuário do Tejo, a sul e oeste por Loures e a noroeste por Arruda dos Vinhos. RC Vila Franca de Xira: 8 rotários.
Maria José Santos: colaboração mútua
A presidente do RC Vila Franca de Xira, Maria José Rosado Santos, sustenta que a relação do clube com a FRP tem sido de colaboração mútua. «As informações pedidas sobre os apoios a prestar bem como as obrigações dos candidatos foram pontualmente esclarecidos». Sobre o programa de bolsas de estudo sublinha que foram «atribuídas algumas bolsas de estudo na área do nosso território», no entanto «foram enviadas algumas candidaturas que, por não cumprirem todos os itens incluindo a capitação não tiveram desfecho positivo». Sobre o trabalho desenvolvido pela FRP, o RC Vila Franca de Xira considera-o de «bom», e acrescenta «pois as sucessivas direcções têm conseguido aumentar os fundos e as parcerias necessárias ao aumento dos apoios concedidos». Já no que diz respeito à relação da FRP com os clubes, e como esta se pode transformar num instrumento de acção dos clubes rotários portugueses, Maria José frisa que «a relação com os clubes é institucional. As assembleias deveriam ser mais descentralizadas. Os dirigentes poderiam fazer acções com os clubes para que todos os Rotários fossem tocados pelo interesse da FRP. Talvez, assim as acções que a FRP vem propondo tivessem o êxito que merecem».
Governador D 1960 Mário Rebelo, Maria José Santos, Helena de Jesus e Fonseca Mendes
RC Viseu
É capital do distrito de Viseu, na região Centro e subregião de Dão-Lafões com 47 250 habitante, sendo por isso a terceira maior e mais populosa cidade no Centro de Portugal, a seguir a Coimbra e Aveiro. É sede de um município com 507,10 km² de área, com 34 freguesias e 99 016 habitantes segundo os últimos dados do INE de 2008. O município é limitado a norte pelo município de Castro Daire, a nordeste por Vila Nova de Paiva, a leste por Sátão e Penalva do Castelo, a sueste por Mangualde e Nelas, a sul por Carregal do Sal, a sudoeste por Tondela, a oeste por Vouzela e a noroeste por São Pedro do Sul. RC Viseu: 38 rotários.
Maria Teresa Ribeiro: trabalho da FRP é meritório
O RC Viseu que no ano rotário 2009/2010 tem como presidente Maria Teresa Cabral Ribeiro, afirma que «temos tido a melhor colaboração a todas as solicitações tanto em apoios como em parcerias». Sobre a opinião que o clube tem do trabalho desenvolvido pela FRP disse que «tem sido meritória a sua acção em prol dos mais carenciados, principalmente na atribuição de bolsas de estudo».
A finalizar a conversa a presidente do RC Viseu – e sobre a relação da FRP com os clubes – , sustenta que «a Fundação terá que vir mais ao terreno, isto é, visitando os Clubes a fim de motivá-los e incentivá-los a participar nas acções que venham a fazer. Deve constituir o principal instrumento das acções dos Clubes. Trabalhando em parceria de modo a que tanto os clubes, como a Fundação, passem a ter mais visibilidade regional e até nacional».
Saudação às bandeiras na transmissão de tarefas: Álvaro Gomes,
Maria Teresa Ribeiro, João Pedro Antas de Barros e José Martins Chorão da Fonseca





