Rotários devem sentir a Fundação
Rotária Portuguesa como sua

Caros(as) Companheiro(as)

A decisão que o Conselho de Administração (CA) da FRP tomou de descentralizar algumas das suas reuniões mensais, para outras cidades fora da sua sede em Coimbra, foi acertada.

Poderei estar a tomar partido em causa própria, mas permitam que o faça porquanto a experiência que tivemos com a reunião do passado mês de Janeiro, em Guimarães, leva-nos a prosseguir com esse tipo de iniciativa.

Os clubes convidados para participarem nessa reunião, marcaram presença efectiva e puderam transmitir um conjunto de opiniões e de sugestões que o CA não deixará de reflectir sobre elas, tal a oportunidade de tais intervenções.

E é curioso verificar como a opinião de dois clubes, cujas entrevistas aos seus presidentes fazem parte desta newsletter, vêm ao encontro desta iniciativa; isto é: os clubes clamam por uma maior aproximação física, entre a FRP e os clubes. E é isso que, na medida das nossas disponibilidades, temos vindo a fazer.

Depois da reunião de Guimarães, (cujo clube local soube de forma irrepreensível, organizá-la e a quem uma vez mais queremos agradecer tal dedicação e empenho) outras se irão seguir; de forma repartida entre os dois distritos rotários portugueses e sempre com o mesmo objectivo; seja o de aproximar a FRP dos Clubes e dos Rotários(as).

Já o disse noutras ocasiões e reafirmo, tão só para recordar, que a FRP é uma entidade rotária de âmbito nacional e será aquilo que os rotários(as) portugueses quiserem que ela seja. O CA executa o programa que os rotários(as) aprovam nos seus Órgãos próprios. É por isso que damos tanta importância à opinião dos rotários(as), que se manifestam no sentido de dar contributos positivos para que a FRP seja cada vez mais uma Entidade ao serviço do Rotary em Portugal.

Neste sentido é preciso, também, recordar a “obrigação” que os Clubes Rotários Portugueses tomaram, desde 1959, em apoiar a FRP, nomeadamente do ponto de vista económico e financeiro. Isto é: a FRP terá tanta maior capacidade de apoiar os projectos dos Clubes e dos Governadores, quanto maior e mais robusta for a sua capacidade económica e financeira.

Com a aprovação, pelos Clubes, do novo modelo estratégico, a FRP está mais apetrechada para apoiar, efectivamente, os projectos dos Clubes. Mas para tanto é fundamental que os clubes rotários portugueses em geral e cada um dos rotários(as) portugueses em particular sinta a FRP como sua e não lhe negue o apoio financeiro imprescindível para que possamos cumprir com a nossa missão, que não é mais do que cumprir com a Vossa decisão.

Exemplo daquilo que cada um de nós pode fazer para apoiar financeiramente a FRP é o simples preenchimento do anexo H do IRS, dedicando 0,5% do seu imposto à FRP, conforme modelo que acompanha esta newsletter.

Não estamos, com isto, a pedir ao rotário(a) que retire do seu bolso qualquer valor. O que estamos a dizer e o Estado assim o permite, é que cada um de nós dê indicação às Finanças, para que do nosso imposto a pagar, 0,5% seja atribuído à FRP, como Entidade de Interesse Público, que é.

E podem crer, meus caros(as) companheiros(as), que esse simples gesto, de preencher esse anexo H a favor da FRP será de uma importância vital para a saúde financeira da FRP.

Para que possamos melhor apoiar os vossos projectos rotários.

E se “contagiarem” positivamente os vossos amigos e conhecidos a seguir o vosso exemplo, então, aí sim, estarão a tomar uma atitude dinâmica e “comprometida” com a FRP.

Com as melhores saudações rotárias, e um abraço fraterno do seu companheiro em Rotary.

Frederico Nascimento
“Missão com dedicação; dedicação com paixão”